Com a intensificação de conteúdos gerados por Inteligência Artificial, cresce também a circulação de desinformação na internet. À medida que as eleições de 2026 se aproximam, o cenário se torna ainda mais preocupante. Nesse contexto, mulheres são as principais vítimas de ataques, campanhas difamatórias e conteúdos manipulados, muitas vezes com teor misógino ou voltados à deslegitimação das vozes no espaço público.
Como consequência, o debate sobre democracia e gênero ganha ainda urgência. A disseminação de informações falsas não apenas afeta a reputação e a participação política das mulheres, mas também compromete a qualidade do debate público e o acesso da população a informações confiáveis.
Especialistas apontam a necessidade de políticas de regulação, educação midiática e responsabilização das plataformas digitais como caminhos fundamentais para enfrentar o problema. Acompanhe e ajude divulgar as postagens das redes sociais do Projeto Combate à Desinformação.
Roteiro e Locução: Karine Santos e Emanueli Garcia
Edição: Karine Santos
Professores responsáveis: Sérgio Gadini, Manoel Moabis, Alessandro de Melo, Marcelo Bronosky e Volney Campos.
